quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Ludmilla já sofreu preconceito por roupa curta e rebate: Visto o que eu quiser


Tá dominado! Tá tudo dominado... pelas mulheres! Se nas últimas duas décadas o funk explodia nas noitadas sob o agito eminentemente masculino do Bonde do Tigrão, Furacão 2000, MC Leozinho, Jonathan ‘da nova geração’, MC Marcinho e Mr. Catra, além de outros sucessos, os nomes da vez no cenário funkeiro poderiam se resumir a apenas um adjetivo: poderosas!
Mulheres como Anitta, Valesca e Ludmilla, como que "sem querer", vêm roubando a cena no funk brasileiro, distribuem "beijinhos no ombro" pelos palcos onde brilham e, para o recalque das invejosas, mandam apenas um recado: “Blá, Blá Blá”.
A feminilidade está em alta e ferveu a gravação do Altas Horas do último sábado, quando uma discussão sobre liberdade sexual feminina colocou em lados opostos as cantoras Anitta e Pitty. Sobre esse discurso no cenário do funk, Ludmilla vibra com os novos passos: “Acho que agora chegou a hora. Está rolando um poder aí. Estamos dominando. Devagar, estamos chegando”.
Além de reconhecer um espaço cada vez maior, a funkeira vai além no quesito feminismo e, aos 19 anos, se mostra bem segura e manda o recado. “Na minha postura, eu faço o que quiser, boto a roupa que eu quiser e, se não gostou, me engole”.